sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Équidna




A équidna-de-focinho-curto (português brasileiro) ou equidna-de-focinho-curto (português europeu) (Tachyglossus aculeatus, do grego: tachy, rápido + glossus, língua; e do latim: aculeo, espinho + atus, portador) é um monotremado da família Tachyglossidae. É a única espécie do gênero Tachyglossus. Pode ser conhecida também como équidna-de-bico-curto (português brasileiro) ou equidna-de-bico-curto (português europeu) e équidna-ouriço (português brasileiro) ou equidna-ouriço (português europeu). Antigamente também era chamada de tamanduá-espinhoso. Essa équidna é politípica, com cinco subespécies.

Animal de hábitos diurnos e/ou noturnos, está adaptado para escavar formigueiros e o solo a procura de formigas e cupins, devido as potentes garras presentes tanto nos membros dianteiros quanto traseiros. É a menor das espécies de équidnas conhecidas. Diferencia-se do gênero Zaglossus por diversas características físicas, entre elas o tamanhos dos membros, do focinho e quantidade de espinhos; hábitos alimentares e comportamentais. Apresenta o corpo coberto por espinhos, que podem medir até seis centímetros de comprimento. Ovípara, a fêmea bota um único ovo, numa espécie de bolsa que se desenvolve no abdômen na época de acasalamento, onde incuba por aproximadamente vinte e sete dias. Os filhotes nascem cegos e pelados, e com um ano já são independentes.

É uma espécie pouco ameaçada de extinção, sendo encontrada em variados ecossistemas. Se adaptou bem a colonização da Austrália, podendo ser encontrada em áreas agrícolas e pastagens. A população é estável, tendo poucos fatores de risco. Representa um dos ícones da Austrália, aparecendo no verso da moeda de cinco centavos do dólar australiano, e como mascote em eventos e competições.

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